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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Lei regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da LIBRAS

Lei regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da LIBRAS

 
 
 
 
 
LEI Nº 12.319, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010.
 
Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o Esta Lei regulamenta o exercício da profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Art. 2o O tradutor e intérprete terá competência para realizar interpretação das 2 (duas) línguas de maneira simultânea ou consecutiva e proficiência em tradução e interpretação da Libras e da Língua Portuguesa.
Art. 3o (VETADO)
Art. 4o A formação profissional do tradutor e intérprete de Libras – Língua Portuguesa, em nível médio, deve ser realizada por meio de:
I – cursos de educação profissional reconhecidos pelo Sistema que os credenciou;
II – cursos de extensão universitária; e
III – cursos de formação continuada promovidos por instituições de ensino superior e instituições credenciadas por Secretarias de Educação.
Parágrafo único. A formação de tradutor e intérprete de Libras pode ser realizada por organizações da sociedade civil representativas da comunidade surda, desde que o certificado seja convalidado por uma das instituições referidas no inciso III.
Art. 5o Até o dia 22 de dezembro de 2015, a União, diretamente ou por intermédio de credenciadas, promoverá, anualmente, exame nacional de proficiência em Tradução e Interpretação de Libras – Língua Portuguesa.
Parágrafo único. O exame de proficiência em Tradução e Interpretação de Libras – Língua Portuguesa deve ser realizado por banca examinadora de amplo conhecimento dessa função, constituída por docentes surdos, linguistas e tradutores e intérpretes de Libras de instituições de educação superior.
Art. 6o São atribuições do tradutor e intérprete, no exercício de suas competências:
I – efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdos-cegos, surdos-cegos e ouvintes, por meio da Libras para a língua oral e vice-versa;
II – interpretar, em Língua Brasileira de Sinais – Língua Portuguesa, as atividades didático-pedagógicas e culturais desenvolvidas nas instituições de ensino nos níveis fundamental, médio e superior, de forma a viabilizar o acesso aos conteúdos curriculares;
III – atuar nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino e nos concursos públicos;
IV – atuar no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades-fim das instituições de ensino e repartições públicas; e
V – prestar seus serviços em depoimentos em juízo, em órgãos administrativos ou policiais.
Art. 7o O intérprete deve exercer sua profissão com rigor técnico, zelando pelos valores éticos a ela inerentes, pelo respeito à pessoa humana e à cultura do surdo e, em especial:
I – pela honestidade e discrição, protegendo o direito de sigilo da informação recebida;
II – pela atuação livre de preconceito de origem, raça, credo religioso, idade, sexo ou orientação sexual ou gênero;
III – pela imparcialidade e fidelidade aos conteúdos que lhe couber traduzir;
IV – pelas postura e conduta adequadas aos ambientes que frequentar por causa do exercício profissional;
V – pela solidariedade e consciência de que o direito de expressão é um direito social, independentemente da condição social e econômica daqueles que dele necessitem;
VI – pelo conhecimento das especificidades da comunidade surda.
Art. 8o (VETADO)
Art. 9o (VETADO)
Art. 10. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 1º de setembro de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto
Fernando Haddad
Carlos Lupi
Paulo de Tarso Vanucchi
Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12319.htm
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Alfabeto Manual ou Datilologia

Alfabeto Manual ou Datilologia
 
Para as pessoas começarem a aprender a língua de sinais, a primeira coisa que ensinamos é o Alfabeto Manual ou Datilologia em LIBRAS. Ele é produzido por diferentes formatos das mãos que representam as letras do alfabeto escrito e é utilizado para “escrever” no ar, ou melhor, soletrar no espaço neutro, o nome de pessoas, lugares e outras palavras que ainda não possuem sinal.
 
 
 
 
 
Quando diz “escrita de sinais”, muitas pessoas pensam que essa escrita são aqueles formatos das mãos do alfabeto escrito e sinais desenhados no papel. Muito pelo contrário, veja abaixo, a datilologia traduzida para SignWriting, o sistema de escrita de sinais.
 
 
 


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Curso de Libras MS: Estrutura Frasal da LIBRAS

Curso de Libras MS: Estrutura Frasal da LIBRAS:

Estrutura Frasal da LIBRAS

Aos alunos do Módulo IV e Prática de Interpretação 1, e a quem desejar entender melhor sobre como evitar o "português sinalizado", ou seja, sinalizar corretamente na estrutura da LIBRAS, abaixo está o link para 3 artigos que esclarecem isso. Aproveitem...

--Sintaxe Espacial: Clique aqui
--Português(L2) e LIBRAS(L1): Desenvol. de ... na interlíngua: Clique aqui
--A Estrutura frasal da Língua Brasileira de Sinais: Clique aqui

10 Dicas Básicas para uma boa Comunicação





10 Dicas Básicas para uma boa Comunicação:
 
  • Escolha o momento e o lugar certos;
  • Não interrompa;
  • Relaxe e tenha paciência;
  • Esteja atento a sua linguagem corporal;
  • Escute (com interesse);
  • Não dê sermão;
  • Procure a pessoa e ataque o problema;
    Faça perguntas do tipo:" Fulano, essa situação não tá legal. Eu queria saber o que você acha disso tudo. O que está pegando entre nós? Qual a sua opinião?" Ao invés de: "Você não vai com minha cara? Que foi, não gostou? Tá achando ruim?"
  • Cuidado com o "achismo";
    Não tome decisões a partir do que você acha ou daquilo que você imagina. Ex.: "Eu vou convidar aquela pessoa só por convidar, mas eu tenho certeza que ela não vai aceitar." "Só pela cara esse professor deve ser um chato, imagine a aula dele?!"
  • Não perca o controle;
  • Não ofenda.